Do fetichismo dos dados à governança
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”, “Narrar é resistir.”, “Palavra é coisa que se não pode ver, nem pegar. Mas governa o mundo.”, “Uma cidade sem portas, de casa sem armadilha…”
Densidade bem colocada
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”, “Uma cidade sem portas, de casa sem armadilha…”
Zoneamento anti-proximidade
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”
Expansão por remendo
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”
Cidade pública insuficiente
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”, “Uma cidade sem portas, de casa sem armadilha…”
Plano bom sem dogma_ problemas reais e soluções diretas
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”
Planejamento como infraestrutura institucional: por que “qualquer plano” não basta
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”
Compensação em pecúnia por áreas institucionais: da obrigação ao serviço público real
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”
Compensação em pecúnia por áreas institucionais: como cumprir melhor a lei e entregar mais cidade
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”, “Uma cidade sem portas, de casa sem armadilha…” , , , , ,
Doação de áreas institucionais: considerações prática
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”
Textos mais antigos
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”
O dilema dos malês
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”
Cinzas da Cidade
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”
Cinzas da Cidade
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”
Deuses e Heróis
“Na beirada do nada é que as coisas começam.”